RUIN EXPLORERS FAM & IHRIE
STATUS
COMPLETE
EPISODES
4
RELEASE
February 25, 1996
LENGTH
30 min
DESCRIPTION
Ancient curses, enchanted artifacts and plain old fashioned dungeon diving: that’s what Fam and Ihrie do for a living - whenever these lovely young ladies can get someone to pay them for it, that is. As two highly trained magic users with slightly faulty spelling abilities they’re off on a quest for the “Ultimate Power.” All they have to do is find three artifacts: the Proof Of Royalty, the Sword of Sargus and the Mirror of Truth.
So how hard can it be?
(Source: Maiden Japan)
CAST

Fam

Jessica Calvello

Ihrie

Michiko Neya

Rasha

Kelly Manison

Miguel

Kouichi Yamadera

Galuff

Chikao Ootsuka

Lyle

Jason Douglas

Ruguduroll

Iemasa Kayumi

Meria

Yuri Shiratori

Ouhi Lilianna

Kikuko Inoue

Seirei Ou Sargus

Ryuuzaburou Ootomo

Roushi

Seizou Katou

Narrator

Iemasa Kayumi
Episodes are being prepared. Check back soon.
RELATED TO RUIN EXPLORERS FAM & IHRIE
REVIEWS

Dinizo
83/100O melhor e mais bem temperado arroz com feijão que é possível experimentarContinue on AniListQuando viramos o ano para 2025, eu olhei pra minha lista de animes e percebi que eu tava vendo coisa recente demais. Nunca fui Aquele Cara™ que só gosta de assistir anime antigo, mas sempre tive carinho e apreço por animações do século passado, principalmente por OVAs. Foi um período muito mágico da produção de animes esse intervalo de mais ou menos 20 anos entre o meio dos anos 80 e o meio dos 2000, em que OVAs de absolutamente qualquer coisa saíam a perder de vista nas lojas. Hoje, temos bem mais animes sendo produzido e certamente a indústria está mais forte, mas havia algo ali naquela época. Uma obra como RUIN EXPLORERS jamais sairia com a qualidade que saiu hoje em dia, por exemplo, por diversos motivos.
Hikyou Tanken Fam & Ihrie, que pode ser traduzido como Ruin Explorers Fam & Ihrie, ou simplesmente RUIN EXPLORERS, é um OVA muito bonito e classudo dos anos 90, como as imagens promocionais aqui no perfil do anime indicam. Segue obviamente a história das duas protagonistas Fam e Ihrie, duas jovens e atrapalhadas exploradoras de ruínas que vagam por cidades e reinos medievais mágicos e decadentes em busca de tesouros e objetos mágicos perdidos. Seu grande objetivo é encontrar o Poder Supremo, uma magia poderosa que concede ao usuário poder praticamente ilimitado e que só é possível de ser encontrado reunindo três objetos específicos: A Espada Lendária de Sargus, o Espelho da Verdade e a Prova de Realeza. A sorte delas muda quando elas encontram um experiente comerciante que os dá uma pista sobre um desses três itens e as dá a chance de começar a sua conquista.
Uma aventura tipo RUIN EXPLORERS deve ser mais ou menos a primeira coisa que você pensa quando ouve a palavra (?) RPG. Uma aventura com raças diferentes, ruínas antigas, reinos medievais, príncipe em uma jornada de vingança, espíritos mágicos e tesouros mágicos espalhados por um longo e vasto continente. E o anime entrega uma aventura capa e espada que você sabe exatamente o que esperar. Pelo menos exatamente o que eu esperava. Uma animação lindíssima, personagens variados, mas cativantes, um belo drama de um príncipe caído em miséria por um inimigo traidor e uma pitada de cenários vastos e grandes tomadas do horizonte, feito naquelas lindas pinturas de cenário que faziam nos animes noventistas.
O grande centro da história, além da aventura em busca do tal Poder Supremo, é a história do príncipe Rael, príncipe e último sobrevivente da famíla real de Revalt. Ele é um grande guerreiro que saiu em uma viagem solitária e, na volta, se deparou com o reino em ruínas e sua família e noiva mortos por Lugdoll, um sacerdote que outrora, houvera trabalhado para o rei, mas que por um motivo desconhecido para Rael se rebelou e adquiriu uma magia maligna para poder tomar o reino para si. Ele entra no caminho de Fam e Ihrie após um desentendimento entre as duas e também se encontra com Rasha e Miguel, outra dupla de exploradores que tretou com as duas no início do anime e Galuff, o comerciante trambiqueiro que acabou dando um golpe nos quatro exploradores. Principalmente guiados pelo fato de que Fam e Rasha acabam se apaixonando pelo príncipe, os seis seguem essa aventura de volta até Revalt para que o Rael obtenha a sua vingança e a restauração de seu reino.
O anime é a adaptação de um mangá que, de acordo com as minhas pesquisas, foi cancelado logo após o lançamento do primeiro volume. Eu não o li, mas parece que o anime adapta praticamente tudo que foi publicado do mangá, com algumas alterações menores - parece que Meria, a noiva do Rael, está viva na versão do mangá, por exemplo. Quando eu reparei que o mangá foi cancelado, deu pra ver que essa história não parecia ter sido feita para durar apenas essa pequena aventura, realmente parece qua história tinha mais pra contar. Existe um background bem mais detalhado que o comum sobre o funcionamento das magias no anime, sobre ela estar relacionada com espíritos mágicos que tem vontade própria e funcionamentos complexos, além de selos, pedras e encantamentos. Além disso, também existe um lore que parece mais profundo, a julgar pela quantidade de ruínas de imensos castelos rodeados de misticidades e mistérios, parecendo remeter a um passado escondido dentro da história. E tem também o rei espiritual Sargus, que parece ter sido uma entidade real que existiu e que ficou aprisionado na espada que o Rael usa, por algum motivo. Provavelmente nunca saberemos o que o autor preparava para a história, mas esse OVA dá um aperitivo de uma grande e longa saga que tinha um potencial pra ser publicada por bastante tempo, e se ganhasse um anime nos moldes desse OVA, seria ainda mais foda.
Eu falo sobre "arroz com feijão" no resumo desta review porque de fato, esta não é a história com o roteiro mais refinado do mundo e não apresenta nenhuma grande e mirabolante reviravolta. Sabe? O príncipe Rael é um príncipe bondoso e preocupado com o reino, o Lugdoll é aquele vilão que passou por um grande trauma e acabou sucumbindo a um poder maior que ele na tentativa de fazer algo positivo para o reino, essas coisas. É o tipo de história que é propositalmente previsível e só tem a intenção de ser divertida e se curtir. Apesar de dramática nos momentos certos, o anime nunca deixa de ser leve e conter piadinhas e um humor divertido e físico, principalmente com o lendário cachorro Gil, que inexplicavelmente fica dando tiradinhas e cutucadas no Galuff nos momentos de mais leveza da história. E isso é perfeitamente aceitável. Hoje em dia sinto que estamos vivendo uma onda recente de obras excessivamente cínicas e que tentam passar um ar de seriedade e realismo tentando ser o mais calcado possível na realidade e sem esquecer que são, primariamente, obras de fantasia e aventura, então uma história que seja divertida também é essencial pra que ela seja aproveitável.
Eu já elogiei a animação e a arte, mas quero reforçar isso, porque esse anime é lindíssimo e muito bem feito. A coregrafia das lutas não chega a ser nada especial, mas o anime sabe fazer boas cenas de impacto e sabe usar a belíssima animação em células de forma lindíssima. E a arte, cara... A arte é aquele suco de anos 90, aqueles personagens com um olhão que se tornou a marca característica de "personagem de anime", aquele tom medieval vivo e colorido, uma elfa dark skin porque é claro que tem uma elfa dark skin e armaduras medievais que parecem muito mais as placas de grandes mechas da fase "Real Robot", com ombreiras gigantes e peitorais pontudos. Isso sem falar nas enormes capas que vão até ao chão. São as coisas mais estilosas do mundo, eu adoro demais.
É o anime perfeito pra assistir tomando café da manhã, ele dá uma ativada maneira no cérebro e deixa o dia muito mais cheio de esperança.

Swanmay
50/100Mediocrity Punctuated By Glimpses of MoreContinue on AniListRuin Explorers is a frustrating show because it's something we all really want more of, but can't seem to get: 90s-style Japanese Fantasy. No isekai, no MMO framework, no overt gamey logic that intrudes on the fiction because the statistically average viewer has played every Wizardry game blindfolded. At time of writing we're starting to get more of them, but they were very rare 2012-2023.
So, what do you get for digging deep into the OVA mines? Not much.
Ruin Explorers is principally the story of how Fam, Ihrie, Rasha, Miguel, Galuff, and Lyle become a party and deal with Lyle's nemesis. Fam and Ihrie are two tomb raiders who dungeoncrawl for a living with the hopes of finally scoring the Ultimate Power, a wish granting ability that will let Ihrie dispel her curse. Rasha, Miguel, and Galuff are a rival tomb raiding group who wants the wish for greedy reasons, and are pretty openly planning to betray each other for it. Lyle, the odd one out, doesn't want the wish, but wants to go to the castle anyway to defeat said nemesis. In order to go there, they need 3 macguffins, which they find in various dungeon-y places, then take them to the old ruined castle to cash them in for the wish.
The plot is pretty basic. In fact, it's pretty rife with unresolved plotlines. The betrayal plot never goes anywhere, Ihrie's abusive behavior gets acknowledged and then ignored. It is ultimately a defeat-the-dark-lord plot with your regulation get-the-crystals solution.
The action is also not much to write home about, it's not particularly interestingly choreographed or framed. There's nothing to say about it beyond that it was obviously not a priority of the creatives.
The characters are left to carry the show. This is unfortunate because the cast of Ruin Explorers are very broad archetypes. Ihrie is a roguish loner who pushes everyone away. Fam is a innocent and childlike shaman. Miguel is a tough guy. Rasha is a vain mage. Lyle is a brooding prince. They're very stock. Ihrie is the only character who receives even tepid development (she was cursed as a child!), which doesn't really amount to much. She is the same person at credits roll that she was in the first episode, we just know why she's so private.
This runs into Run Explorer's weird and noxious worldview. The monologuing at the end states the core theme: caring too much is bad. If you care too much, you will be susceptible to corruption (metaphorical and metaphysical), so you need to not care too much. This 'Sin of Empathy' logic feels wildly out of place in a fantasy story, especially since it actively conflicts with the the party's flaw that they don't care enough about others. Lyle simply appears and everyone latches onto him, either because they're romantically interested or because they're forced them to. It doesn't represent any actual personal growth. Lyle always cared and was motivated to action, but when he does it it's a good thing because he's royalty I guess? It's dysfunctional.
To tie that all together: Run Explorers doesn't really know what it's doing. The themes of the show are at war with what the show actually says. The characters are centered, but are underdeveloped and boring. Occasionally it will spit out an interesting idea, the oath stones that spit out a recording of the mage deciding to take the other. The bad guy was motivated for the right reasons! The boat sequence represents a very interesting lull in the story that they don't capitalize on.
If you haven't seen Slayers yet, go watch that first. It's a comedy first, but it accomplishes the things this show wants to be more successfully, and without constantly shooting itself in the foot.
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SCORE
- (3.3/5)
MORE INFO
Ended inFebruary 25, 1996
Main Studio Animate Film
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